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Todos falhamos, é verdade!

Todos falhamos.
Faz parte.
Ninguém é perfeito. 
E é importante falhar.
E bom. 
Falhar mostra-nos as nossas limitações. 
Falhar incentiva crescimento, superação...
Simplesmente não há tempo, energia ou dinheiro suficiente para fazer tudo. E a necessidade que temos em gerir tudo leva-nos à falha. 
E está tudo bem, e não faz mal. Mas nem sempre conseguimos ver o lado brilhante da moeda ou o copo meio cheio.
Ser um adulto responsável significa, em parte, em grande parte, aprender a fazer escolhas.
É quando, finalmente levamos uma chapada da realidade em que tudo e nada são quase a mesma coisa se não conseguirmos «escolher».
Estabelecer prioridades.
Saber harmonizar objetivos e tentar fazer o máximo que conseguimos no tempo que temos.
Tenho reparado que muitas amigas, conhecidos e colegas têm dificuldade em gerir as suas falhas...e claro que, como Marta, pus-me a pensar no assunto.
Falhar, de vez em quando, pode ajuda-nos a calibrar o nosso comportamento face ao equilíbrio necessário entre o que temos de fazer - o que queremos fazer - o que podemos fazer e o que conseguimos fazer. O equilíbrio entre dedicação e esforço que se reflete na eficiência e eficácia dos nossos projetos.

É importante refletir sobre falhas recorrentes, com o objetivo de não repetir o mesmo erro. Só conhecendo o caminho é que não andamos aos tropeções. Se temos um objetivo específico e não o conseguimos alcançar, temos de procurar onde ou no que errámos e mudar de estratégia de forma a conseguirmos atingi-lo.
Da próxima vez que vamos definir o tipo de falha. Um imprevisto, uma mudança de ideias, caracterizam-se numa falha não-recorrente que pode ser pensada, resolvida e superada. Com calma e foco conseguimos quase sempre resolver esses percalços.
Quando for detetada uma falha recorrente, é provavelmente um sinal da necessidade de fazer uma mudança mais significativa. Se não houver uma mudança a falha continuará e provavelmente irá repetir-se. Se encontrares várias falhas recorrentes, também pode valer a pena repensar no número de projetos e tarefas assumidos. Talvez seja necessários delegar responsabilidades e organizares-te e de outra forma.


O mais importante é aceitar que somos humanos, que erramos, mas que também podemos e vamos resolver as nossas falhas.
Já tinham pensado nisto?

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